Gameway: Evento de Games em Florianópolis

Filed Under (utilidades, vida pessoal, videogame) by MiWi on 07-09-2008

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A Gameway irá ocorrer nos dias 13 e 14 de setembro, das dez da manhã às dez da noite, no CentroSul, em Florianópolis.

Se você mora em Florianópolis, com certeza conhece o Centrosul:

O Centrosul fica no centro de Floripa, perto do terminal do centro e do camelô do centro. OK, acho que vocês já entenderam que ele fica no centro, né? ;D

Irá contar com game music, campeonatos, free play, concurso de gata gamer, palestras com pessoas da área…

Para quem quiser saber mais, existe o site oficial e a comunidade do Orkut. Para comprar os ingressos, você pode comprar nas World Games de Floripa e… em mais algum lugar que eu não lembro. O passaporte custa vinte reais no primeiro lote, vinte e cinco no segundo, e trinta reais depois que acabarem os ingressos dos primeiros lotes. Na hora, a entrada é de quinze reais para cada dia.

Alguém quer adivinhar onde eu vou estar nesse próximo final de semana? ;D

Têm dias e pessoas que dão vontade de mandar para aquele lugar…

Filed Under (videogame) by MiWi on 02-09-2008

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Eu realmente defendo o uso de jogos originais. Entendo que, para muitas pessoas, é complicado consumir originais, e mesmo eu não uso originais 100% do tempo. Mas eu realmente apóio os desenvolvedores e tenho gosto de ter os jogos que eu considero bons.

Aí vem um INFELIZ de um executivo da EA dizer que as pessoas não deveriam comprar jogos usados, que as grandes lojas deveriam “por a mão na consciência para ver como estão afetando o mercado” ao revenderem usados.

Ei, EA, que tal VOCÊS botarem a mão na consciência e pensarem em fazer jogos DECENTES ao invés de ficar de mimimi porque as pessoas não estão comprando a versão mais recente dos seus jogos meia boca, ein?

Diabos. Deveria existir uma lei proibindo esses executivos de abrirem a boca…

[ via MeioBit Games ]

[Primeiras Impressões] Livro: Design de Games - Uma Abordagem Prática (Paul Schuytema)

Filed Under (Gamedev) by MiWi on 30-07-2008

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Eu não sei quanto a vocês e onde vocês moram, mas aqui no mato onde eu moro é algo bastante raro ver livros sobre desenvolvimento de jogos em livrarias. Na realidade, o fato de que, até onde eu sei, não existem mais do que alguns raros livros sobre o assunto no nosso mercado, também não ajuda.

Por isso me chamou a atenção um livro que se encontrava na vitrina das livrarias Curitiba daqui de Joinville: o livro Design de Games - Uma Abordagem Prática, de Paul Schuytema. Fiquei namorando o livro durante algumas semanas, e hoje eu sentei lá na livraria e fui ler um pouco do dito cujo. Li um capítulo e resolvi comprar.

Design de Games - Uma Abordagem Prática, por Paul Schuytema

Design de Games - Uma Abordagem Prática, por Paul Schuytema

O conteúdo do livro é bastante amplo, indo desde conceitos básicos, como o que é um jogo, o que é um documento de design e o que o designer faz, até a parte mais prática, com os passos de criação de um jogo e exemplos de código em LUA.

Para quem se interessar, no site da editora existe material de apoio para você continuar aprendendo, além do prefácio, o sumário e o primeiro capítulo, para quem se interessar e quiser conhecer melhor o livro antes de comprá-lo.

Obviamente, por ser um livro de 472 páginas que vai do básico até a programação, ele não se aprofunda em nenhuma dessas áreas, mas seu forte parece ser justamente poder dar uma visão geral do design dos jogos, até mesmo para quem está entrando nessa área compreendê-la melhor e escolher no que irá se especializar.

Eu só li um capítulo até agora, então eu não sei dizer se o livro é realmente bom, mas por enquanto eu estou gostando bastante dele.

o livro aberto em uma página com trechos de código e uma ilustração

o livro aberto em uma página com trechos de código e uma ilustração

Outra coisa que eu gostei dele é, justamente por ser um livro “didático”, ele trazer, ao final de cada capítulo, exercícios para praticar os conceitos vistos no capítulo. Não são muitos, claro - o primeiro capítulo traz apenas dois exercícios. Mas são maneiras interessantes para procurar absorver o conteúdo lido. Vou ver se faço esses exercícios. Se os fizer, coloco minhas soluções aqui no blog.

O estilo do livro é mais universitário: não tem ilustrações coloridas, é separado em tópicos e, como já dito, possui exercícios no final de cada capítulo. Eu me senti em casa.

No mais, se o livro for ruim, pelo menos agora eu tenho um chaveiro bonitinho escrito “Design de Games”.

O chaveiro que vem junto com o livro

O chaveiro que vem junto com o livro

Ah, o livro custa 69,90 (setenta reais, vá. ODEIO essa mania de 9,99) e pode ser parcelado em três vezes, ao menos nas livrarias Curitiba. Também conhecida como Livraria Catarinense em Floripa, vá entender.

Campanha: Queremos Candidatos que Joguem!

Filed Under (videogame) by MiWi on 24-07-2008

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Estava ontem na cama, pensando no meu próximo plano de dominação mundial na importância dos jogos na vida das pessoas. Cheguei a uma conclusão: as pessoas deveriam jogar mais.

Eu sou uma mulher, o que quer dizer que, estatisticamente, eu deveria ter uma visão/noção espacial inferior à dos homens. Mas, desde que eu comecei a dirigir, eu percebi que a minha visão espacial é bastante boa, e possivelmente de dar inveja a muito homem por aí. Sinceramente, eu acho que o fato de eu jogar videogames me ajudou nisso - não necessariamente jogos de corrida, já que eu nunca fui lá muito boa neles, mas, enfim…

Aí, eventualmente, eu acabei me lembrando dos políticos e em como eles administram mal o dinheiro público, tanto por incompetência quanto por má índole. Comecei a imaginar… como eles se sairiam em um SimCity? Será que eles conseguiriam administrar uma cidade próspera no SimCity 4, por exemplo? E, se não, porque acreditar que eles conseguem administrar algo que é centenas de vezes mais complexo?

Creio que todo político deveria jogar uma meia horinha de Sim City todos os dias. Ou pelo menos quinze minutos. E Warcraft, Civilization, Age of Empires, Starcraft…

Aliás, deveriam fazer partidas multiplayer, e transmitir os jogos. Poderia ser pela internet mesmo - você não acessaria?

A noção pode paracer meio absurda - o que jogos e administração política tem a ver? Mas, como Dani Bunten já falou, jogar é uma importante ferramenta da nossa civilização para aprender novas habilidades - mesmo habilidades que nós nem sabíamos que precisávamos aprender.

Pensando um pouco, não é chocante como nós devemos escolher um candidato sabendo tão pouco a respeito dele? Especialmente sobre suas habilidades? O que nós normalmente temos, no caso de candidatos que já exerceram algum cargo, é o conhecimento do que eles fizeram nessa posição. Mas, muitas vezes eles não fizeram essas coisas sozinhos, e nós normalmente não sabemos até onde vai a responsabilidade dele sobre o que é considerado uma realização sua. Por outro lado, seria bom saber que o candidato X conseguiu administrar seus recursos em um SimCity. É claro que não seria algo suficiente para saber que ele é um bom candidato, mas seria uma maneira de demonstrar suas capacidades de administração sem consequências reais.

Mas, sabe? Algo assim NUNCA daria certo no Brasil. Acabariam contratando nerds viciados em jogos de estratégia para jogar esses jogos como se fossem eles. Mas, enfim.

Eu até queria fazer um logo para a campanha, mas considerando minhas super-mega-hiper habilidades em arte… bom, deixa para lá.

[Meme] Top 4 Jogos de FPS

Filed Under (Lista, vida pessoal, videogame) by MiWi on 07-07-2008

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Uau, finalmente vou responder ao meme do Glacial! Tá, eu sei, depois ainda tem o meme de game designers, mas… uma coisa de cada vez, né, gente? ._.

Preciso esclarecer uma coisa: a minha lista não tem 10 jogos, por um motivo bem simples: eu não tenho 10 jogos FPS que eu realmente goste. xD Mas aqui vai a lista dos FPS que eu realmente gosto:

4) Metroid Prime 3: Corruption

Vai ter gente dizendo que não é fps, mas é em primeira pessoa e eu atiro nos meus inimigos, então que se dane. É mágico: tem labirintos, tem que usar suas habilidades, tem que usar estratégias para derrotar os chefões. Praticamente um Zelda com armas.

Já mencionei que eu AMO Zelda? =D

3) Resident Evil 4

LINDO. =D Foi o primeiro jogo da minha vida no qual eu não me irritei profundamente com a “pessoa que eu devo proteger” nem tive vontade de matá-la no decorrer do jogo. Não que Ashley não seja irritante, mas as missões nas quais eu devo protegê-la não são tão terríveis quanto em outros jogos, além de terem alguma variedade.

Esse fato sozinho já vale a menção na lista.

2) Bioshock

Ah… o jogo que me fez voltar a ter fé nos jogos de PC! Que me fez ressuscitar meu gosto por jogos de tiro! Tá, ele foi lançado primeiro para XBOX 360, mas como eu não tenho um, tive de esperar a versão de PC, né?

E ele é LINDO.

Tem uma história mais cativante e inteligente, repleta de detalhes, do que boa parte dos RPGs que eu tenho jogado, o que no mínimo manda os estereótipos à merda. E mandar estereótipos à merda SEMPRE é legal.

Os power-ups são geniais, e foi um dos poucos jogos que eu realmente me importei em conseguir armas e magias novas. Ele tem magias! E… e… apreciam uma obra de arte, would you kindly? ;D

Olha só que coisa linda:

Bioshock

Pago PAU para esse jogo! Não sei como eu não comprei aquela edição do jogo que vinha com o BigDaddy… ah, sim, eu só descobri que esse jogo era perfeito depois de algum tempo dele ser lançado… ._.

1) Wolfenstein 3D

É, eu sei. Em primeiro, um dos primeiros jogos de tiro em primeira pessoa de que se tem notícia. IA? Gráficos fodões? Missões complexas? Dilemas morais? O que é isso, cara pálida?

Foi um dos jogos que eu mais joguei na minha infância e por isso eu virei uma serial killer ele se tornou especial para mim. Ele era simples. ESTUPIDAMENTE simples. Ande, vire, mate, ache as chaves, chegue ao elevador, passe de fase. E eu ainda jogava no médio, acho que nunca cheguei a zerar no modo mais difícil.

Mas foi o único FPS que eu já zerei mais de uma vez, e um dos jogos que eu jogava com o meu primo, por isso ele se tornou especial =]

Um vídeo do gameplay, aos hereges que nunca jogaram, e aos saudosistas:

E o mais relevante: é o jogo mais TR00! Ponto. Quem me dera se hoje em dia fizessem jogos bobinhos assim, só que com gráficos e sons melhorados… poxa, eles não pensam em quem não quer inimigos cada vez mais inteligentes, não? Eu gosto só de dar uns tiros e tal, eu não me importo se eles forem retardados. De maneira não clínica, claro, porque eu também não sou tão perversa.

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Eu sei, eu sei, é uma lista pequena… mas que culpa eu tenho se o Glacial foi chamar alguém que não gosta muito de FPS para o meme, ein? Não que eu não tenha gostado de participar, claro. xD

Quem quiser, participe. Estou com preguiça e cansada e nervosa com a minha prova de recuperação na quarta-feira para pensar numa lista de pessoas… xD

[Pílulas de Gamedesign] Exercitando o game designer que existe em você

Filed Under (Gamedev) by MiWi on 22-05-2008

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… e o level designer, e o roteirista, e o… bom, vocês pegaram a idéia.

Sabe uma coisa que pessoas bem sucedidas nas suas respectivas carreiras têm em comum? Elas “respiram” suas profissões - e note que o verbo é “respirar” não “sufocar”, como certas pessoas se sentem ao se dedicarem demais a um trabalho do qual não gostam.

Elas “respiram”, “vivem” suas profissões - o trabalho não é apenas algo que elas fazem num determinado horário, elas não lêem livros e artigos a respeito de suas áreas por responsabilidade, mas por serem apaixonadas por aquilo.

Você provavelmente é apaixonado por alguma coisa, você sabe como é - se você visita esse blog, há uma probabilidade de 95% de você ser viciado em games (só isso porque a minha melhor amiga de vez em quando lê o blog e ela não é viciada em jogos… xD). Você não precisa de alguém te mandando ler a respeito disso, ou jogar, ou ver coisas relacionadas a jogos em qualquer canto - se você conhece algum Mario, você lembra do jogo, se você vê filmes de soldados, você já começa a se imaginar naquele cenário, jogando Call of Duty. Se você está vendo alguém ser pego numa contradição, você grita para si mesmo “Take that!”.

Você fica com vontade de dançar, você se imagina dançando em tapetes de Pump it Up/Dance Dance Revolution (*guilty*).

É a mesma coisa, só que aplicada a algo que a maioria das pessoas não relaciona a algo prazeroso, o trabalho.

Você sonha em ser um game designer? Realmente é apaixonado pela área? Então porque não exercitar esse lado no seu dia-a-dia?

Todo mundo já deu uma de “level-designer da hora do recreio” pelo menos uma vez na vida: quem nunca criou um joguinho para ser jogado com um amigo usando lápis e papel durante uma aula tediosa? Ou ficou pensando numa palavra realmente difícil para ser usada naquele jogo da forca emocionante? Isso é level-design, ainda que observado sob um ponto de vista absurdamente minimalista.

E agora você se formou, ou está na faculdade, ou qualquer coisa, e de repente você não brinca muito de “criar” - salvo os bons e velhos nerds que ainda sustentam suas madrugadas de RPG, juntando um grupo de amigos e criando histórias.

Por quê?

Se o seu interesse é criar jogos, por que se restringir aos jogos eletrônicos? Se estes são justamente o tipo de jogo mais complexo de ser criado, por exigir não apenas um conjunto bem elaborado de regras, mas também atenção a detalhes como gráficos (mesmo que você vá usar gráficos de terceiros, há no mínimo o trabalho de escolhê-los, o que por si só já é uma arte) e programação (mesmo que você use um maker, você ainda terá de criar as lógicas do jogo, o que exige, bem, que você pense de maneira lógica sobre o seu jogo e saiba mostrar isso para o programa), e se você quiser algo bem feito, efeitos sonoros.

Claro, tudo isso pode ocorrer de maneira simplificada, mas, ainda assim…

Um programador que queira trabalhar na área de jogos não precisa começar por essa área - porque se complicar com gráficos e idéias de gamedesign quando ele ainda mal sabe programação orientada a objetos, heranças, otimização? Ele não precisa, nem deve começar a programar justamente com jogos - há tanta coisa para ser olhada e analisada ao se fazer um jogo que ele eventualmente acabaria perdendo seu foco se tentasse fazer tudo.

O mesmo vale para desenhistas e modeladores - desenhos, no papel ou no computador, não precisam de programação feita pelos desenhistas nem de jogos para existirem. Um desenhista pode tranquilamente começar a desenhar ou a modelar sem se preocupar com “quantos polígonos isso ocupa, será que cabe na memória?”, ainda que mais tarde isso venha a ser uma preocupação relevante.

Por que com gamedesign deveria ser diferente? Porque um aspirante a gamedesigner deveria começar logo do jeito mais difícil, quando muitas vezes ainda não tem base para tanto?

A resposta é simples, e talvez até óbvia, uma vez que você tenha parado para pensar nisso: é mais empolgante. E, nos dias de hoje, uma vasta maioria das pessoas que desejam trabalhar na área de jogos o querem porque… gostam de jogar. Porém, ao se empolgarem com polígonos e novas formas de gameplay envolvendo 32 botões, as pessoas costumam se esquecer de algo muito importante: essa forma de “jogar” surgiu apenas no último século, mas as pessoas jogam há pelo menos alguns milênios.

É impressionante quantas pessoas conhecem de cor todos os jogos recentes, quantos milhões eles custaram, mas não conhecem Go, Shogi (o Xadrez Japonês), Arimaa, Hex, … sinceramente? EU não conheço boa parte desses jogos, e me ressinto disso. Meu objetivo é ver se eu consigo jogar Arimaa no feriadão usando o tabuleiro de Xadrez do meu namorado, vamos ver se eu consigo.

Especialmente no Brasil, há uma certa herança cultural nisso: você já parou para pensar quantos jogos de tabuleiro existem? Não? Pois é. Aqui no Brasil, boa parte dos jogos que eu costumo ver em lojas são os clássicos War, Xadrez, Damas, Banco Imobiliário, o Jogo da Vida, Combate… e variações de jogos de formar palavras e “chegue ao final do caminho”.

Dê uma olhada nessa lista do Applied Game Design. É jogo de tabuleiro que não acaba mais, você não acha?

E por que todo esse papo sobre jogos de tabuleiro? Para chamar a atenção de qualquer aspirante a game designer que possa vir a ler esse blog de que, se ele quer ser uma base com alguma base, ele deveria não apenas conhecer os bons jogos lançados nas últimas duas décadas, mas os jogos que se tornaram clássicos no decorrer de MILÊNIOS. De jogos de tabuleiro que são bons sem zilhões de efeitos especiais.

E não apenas isso, mas crie. Modifique. Analise.

Por que Xadrez é um clássico até hoje? O que o torna tão bom? E Go? E Shogi? E War? E Banco Imobiliário?

E se o seu objetivo no Xadrez não fosse dar um Xeque-Mate, mas chegar com um de seus peões até o outro lado do tabuleiro, à semelhança de Arimaa? Como isso modificaria o seu jogo? Ele ainda seria divertido? Que novas estratégias surgiriam?

Você quer fazer jogos? Comece por coisas pequenas - modifique jogos famosos, faça jogos rápidos. E se os peões ficassem atrás das peças principais no Xadrez? Que diferença isso faria?

Chame alguém que se disponha a experimentar contigo, e se disponha a criar, a experimentar.

Eu tinha tido uma idéia genial ontem à noite que eu ia falar aqui, um jogo bem simples para ser jogado num tabuleiro de xadrez. Aí eu comecei a  escrever as (poucas)  regras e vi o quanto a minha idéia genial era ruim.

Bom, acontece. Amanhã vou ver se consigo o tabuleiro de xadrez do meu namorado para brincar =D Ele é um tabuleiro dos Simpsons, morram de inveja ;D

Moral da história: Crie, experimente, analise. Mas esteja preparado para aquela sua idéia brilhante não parecer tão boa depois que você experimentá-la ou pensar um pouco melhor sobre ela… ;p

[Diário Gamedev] Especial - Idéias e Desabafos

Filed Under (vida pessoal, videogame) by MiWi on 20-02-2008

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Quase não postei isso como parte do “diário gamedev”, já que não se trata tanto de algo sobre desenvolvimento, mas como um desabafo.

Muito antes de aprender qualquer coisa sobre programação e algoritmos, muito antes de começar a considerar uma carreira na área de exatas, havia algo que me chamava. Algo que eu tinha e que fazia as pessoas me elogiarem.

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[Diário Gamedev] Parte II - Game Design e Roteiro, não os negligencie

Filed Under (utilidades, vida pessoal, videogame) by MiWi on 13-02-2008

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O primeiro passo? Ler. É o que eu estou fazendo nesse momento, entre uma frase e outra digitada. Estou lendo pelo menos uma pequena parcela de artigos do Gamasutra, um dos melhores sites que eu conheço sobre desenvolvimento de jogos. E quando eu digo isso, entendam: ele fala sobre JOGOS. Não sobre programação, não sobre como modelar aquele personagem com um milhão de polígonos - embora existam seções sobre programação, não existe tanto a preocupação com as linhas de código mas com a lógica por detrás dessas linhas. Ele tem diversos artigos, muitos deles sobre Game Design.Embora pareça óbvio, eu gostaria de perguntar: o que é Game Design? Você “sabe” o que é isso, enquanto jogador. Mas será que você sabe o que é isso enquando desenvolvedor?

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[Diário Gamedev] Parte I - A realidade é sua amiga, caia nela

Filed Under (utilidades, vida pessoal, videogame) by MiWi on 10-02-2008

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Bom, esse deve ser o primeiro de uma série de posts que eu pretendo fazer sobre o tema. Eu pretendo desenvolver um jogo. Ou melhor, muitos, mas para isso eu preciso começar, não é mesmo? E, como eu vejo pouco material em português sobre o processo de criação de um jogo, resolvi fazer esta espécie de “coluna”, o Diário Gamedev. Nele, eu pretendo comentar sobre cada passo que eu tomar para fazer meu primeiro jogo.

Muito embora o material disponível para a programação de um jogo cresce de maneira exponencial, mesmo em português, o material sobre todo o processo de criação continua escasso em nossa língua. E é esse o propósito dessa coluna: mostrar alguns (talvez a maioria, veremos o andamento dessa coluna :) dos passos relevantes na criação de um jogo. Desde a “idéia brilhante”, até a busca de recursos e a aprendizagem da ferramente escolhida para o desenvolvimento do jogo e, se eu chegar lá, talvez até mesmo a divulgação do jogo. Tudo depende de como as coisas caminharem: esse é o MEU diário, afinal.

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